Riscos da Automedicação para as Mulheres

Postado por  //  18 de setembro de 2013  //  Bem Estar  //  Nenhum Comentário

A rotina de vida das grandes cidades costumam deixar pouco tempo disponível para que as pessoas cuidem de si mesmas, fazendo com que algumas nem mesmo consigam se lembrar de quando foi a última vez que estiveram em uma consulta médica. Por isso muitas pessoas acabam tomando remédio por conta própria, uma hábito perigoso para a saúde e conhecido em termos técnicos como automedicação. De acordo com pesquisas da área da saúde, cerca de vinte mil pessoas morrem todos os anos no Brasil em decorrência da automedicação.

Para alguns profissionais da área da saúde, a questão da falta de tempo é apenas uma causa indireta da automedicação. Para essas pessoas a razão de fato que motiva esse hábito é a acessibilidade ao sistema de saúde pública e a qualidade desse mesmo sistema, influenciando também a fiscalização feita sob o controle de medicamentos ofertados no serviço público, o quão informados e em que condições socioeconômicas se encontram as pessoas e, por fim, o preço dos remédios são os fatores que mais marcam o problema da automedicação brasileira.

Por mais inocente que uma aspirina possa parecer, automedicar se com freqüência é um hábito que pode trazer transtornos irreversíveis a qualquer pessoa. devido à facilidade de acesso aos medicamentos de efeito de pouca intensidade, esse hábito pode parecer que não traz riscos à saúde, mas é justamente as pessoas que acreditam que não se terão nenhum problema por automedicar se as quais costumam sofrer as conseqüências dessa irresponsabilidade.

Mulheres que se medicam com anticoncepcionais são um grupo de pessoas que certamente já se automedicou por dores de cabeça causadas pelo anticoncepcional ou por cólicas que o contraceptivo não conseguiu amenizar. Toda e qualquer sensação de incomodo que não é amenizada por um remédio que já se toma cm prescrição médica ou que surgiu depois de se começar a tomar algum medicamento receitado pelo médico deve ser avisado ao seu médico para que ele possa resolver o seu problema da forma mais correta e segura.

Imagem de Amostra do You Tube

Algumas das complicações mais comuns da automedicação são a crise hipertensiva, resistência aos antibióticos, dores de cabeça crônicas, arritmias cardíacas e úlceras gástricas. Um outro problema não tão comum, mas muito grave que pode ocorrer como conseqüência da automedicação é um maior risco de hemorragias internas, as quais podem acontecer quando um determinado composto químico presente no remédio ingerido mistura-se com outro composto já presente dentro do corpo da pessoa. outro problema muito grave da automedicação é tornar se viciado em um determinado composto químico.

As complicações citadas até o momento são problemas imediatos. Outras complicações secundarias também podem acontecer no corpo de quem se automedica. Um remédio muito comum é o ibuprofeno, o qual serve para aliviar as dores musculares, entretanto ingeri-lo sem receita médica e de modo freqüente, causa danos graves à função renal. Outro fator contra os remédios analgésicos automedicados é que eles podem mascarar sintomas de doenças mais graves. Ou seja, sempre que uma determinada dor, mesmo que de baixa intensidade, seja freqüente deve se procurar um médico clínico geral para que ele te avalie e possa te encaminhar para um médico especialista se for necessário.

Imagem de Amostra do You Tube

Caso você freqüente um médico já algum tempo, informe a ele todos os remédios que costuma tomar, inclusive aqueles remedinhos que toma de vez em quando para apenas passar um dorzinha de cabeça. Dar essa informação ao médico é fundamental para que ele saiba se você deve para de tomar o remédio que às vezes ingere ou que tem ingerido, a fim de evitar possíveis combinações perigosas de compostos químicos dentro do corpo ou que algum componente do remédio anule os efeitos do outro.

O mau uso e uso indevido de medicamentos são ambos os hábitos ruins para a saúde mas que possuem diferenças entre si. O mau uso de substâncias acontece quando o medicamento é usado para um fim médico, porém de modo incorreto. Para ficar mais fácil de entender, um exemplo simples é ingerir um antibiótico qualquer durante três seguidos, ao invés de seguir a receita médica que solicita que o paciente consuma o medicamento por sete dias seguidos. Já o uso indevido de substâncias diz respeito à ingestão de medicamentos sem visar necessariamente a saúde da pessoa. em outras palavras, esse segundo caso é quando os medicamentos são consumidos sem receita médica e sem que a prescrição seja de fato para essa pessoa, fato que pode ser comparado ao uso de drogas ilícitas.

Risco do Medicamento

Risco do Medicamento

As razoes pelas quais uma pessoa se automedica podem variar muito, mas normalmente são porque a pessoa quer buscar algum efeito similar ao de uma droga ilícita, ou procura ajuda para emagrecer em um determinado medicamento, ou quer ter certeza de que não terá problemas para dormir, ou para acabar com a ansiedade no dia a dia, ou até para conseguir ficar mais acordado e poder trabalhar ou estudar por mais tempo sem interrupções. Os remédios mais usados na automedicação estão os analgésicos, os remédios para a gripe, os antibióticos, os tranqüilizantes e o laxantes.

As gestantes têm todos os riscos citados duplicados durante o período da gravidez. De acordo com pesquisas feitas, sessenta por cento das grávidas não recebem as devidas orientações sobre os remédios que ingerem durante esse período. Por isso é tão importante o dialogo sincero entre paciente e médico em uma consulta. Pois é essa conversa que vai evitar que a grávida  em especial ou qualquer outro paciente tomem algum remédio incorreto para os seus respectivos casos. A atenção é especial para as grávidas porque a automedicação ou uma medicação receitada sem necessidade podem causar deformidades no feto ou outros problemas de maior ou menor gravidade.

Mulher com Dor

Mulher com Dor

Para se informar com mais detalhes sobre os riscos que a automedicação provoca em mulheres grávidas vale acessar o link logo abaixo. Mesmo não estando grávida ou estando em convívio com alguma grávida, vale acessar para se informar sobre o assunto e estar prevenida ou prevenido quando uma situação como essa acontecer ao seu redor. Confira:

http://delas.ig.com.br/saudedamulher/gestantes-tem-risco-duplo-com-automedicacao/n1237542779156.html

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